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quarta-feira, setembro 16, 2026

Vídeo mostra momento em que deputado Renato Freitas empurra assessor após confusão em sessão da CCJ

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Um vídeo que circula nas redes sociais mostra o deputado Renato Freitas (PT) empurrando um assessor do deputado Marcio Pacheco (PP) após a confusão durante a sessão da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Assembleia Legislativa do Paraná (Alep) nesta segunda-feira (24). A confusão aconteceu nos corredores da casa legislativa e, depois do tumulto ocorrido durante a tarde, uma mulher chegou a ser levada à delegacia por suspeita de racismo.

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As imagens não mostram o que aconteceu antes e depois do empurrão. Em nota emitida à imprensa sobre o episódio, a assessoria do petista explica que o assessor de Pacheco “continuou a provocação contra o deputado enquanto era também acolhido e cumprimentado pelos outros deputados e seus assessores, situação que o encorajou a se aproximar do deputado Renato Freitas, que o reagiu o empurrando”.

 

Diante dos fatos, é notável que o deputado Renato Freitas é frequentemente perseguido por seus posicionamentos comprometidos com o povo do Paraná e sem rabo preso com o Governo do Estado. Por isso, é alvo de provocações e interrupções durante sua atuação parlamentar. Reiteramos que a postura do assessor, que desrespeitou o deputado no exercício de sua função, é inaceitável e não deve ser encorajada por nenhum parlamentar.
 – deputado Renato Freitas (PT).

Também após a sessão da CCJ, Pacheco conversou com os jornalistas sobre o episódio. Ele defendeu o assessor e classificou o ato de Freitas como uma “atitude truculenta, desrespeitosa e agressiva”. O deputado do PP falou ainda que o servidor que foi empurrado foi à delegacia para tomar “as medidas pertinentes”.

Nenhum deputado tem direito de agredir quem quer que seja, tumultuando para, às vezes, fazer um recorte para as redes sociais para lacrar (…). Em relação à delegacia, o servidor da casa está fazendo o devido registro, até porque é necessário fazer. Estão sendo tomadas as medidas que a Casa e o servidor julgarem ser necessárias.
 – deputado Marcio Pacheco (PP).

O que diz a Alep?
Também em nota, a Alep se manifestou sobre o episódio ocorrido após a sessão da CCJ. A Casa ressaltou que “se algum parlamentar entender que as manifestações ultrapassaram o limite do decoro parlamentar, tem a possibilidade de entrar com uma representação junto ao Conselho de Ética”.

A Assembleia reafirma seu compromisso com a liberdade de expressão e o amplo debate de ideais e reforça que conta com mecanismos regimentais para coibir excessos e responsabilizar eventuais quebras de decoro.
 – diz o texto.

Por Redação em 24 de fevereiro, 2025

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