Na última segunda-feira (6), o líder do governo na Assembleia Legislativa do Paraná (Alep), Hussein Bakri (PSD), afirmou que Ratinho Junior colocou o mês de março como data limite para o fechamento de um acordo. Caso contrário, as concessões podem ser realizadas separadamente. Ou seja, o Governo Federal ficaria responsável pelo certame das BRs e o Governo do Estado pelas PRs.
No vídeo divulgado nesta sexta-feira (10), Ratinho Junior endossou os termos do ofício encaminhado ao Ministério dos Transportes no dia do incidente e a preocupação com a celeridade das obras para a retomada da normalidade da ligação com o Porto de Paranaguá.
Modelo
O impasse atual está no modelo da concessão. O ministro Renan Filho viria ao Paraná na última sexta-feira (3), mas cancelou na noite anterior, acredita-se que por pressão política.
No formato definido até aqui, estão previstos investimentos de mais de R$ 50 bilhões em obras de duplicações, contornos e viadutos, que devem ser realizadas no período inicial dos contratos, que terão validade total de 30 anos.
O leilão será pela menor tarifa, com disputa livre, com um aporte financeiro em relação ao desconto concedido, chamado de seguro-usuário, para garantir a execução do acordo.



