Uma forte e rápida chuva de granizo que atingiu Curitiba no começo da tarde desta quinta-feira (6) deixou parte da cidade coberta de gelo. As regiões mais afetadas foram o centro e o bairro Rebouças, onde duas ruas chegaram a ser bloqueadas em razão da grande quantidade de pedras de gelo acumuladas. A região metropolitana, como em Contenda (cerca de 50 km da capital paranaense), também foi atingida.

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Foto Divulgação

A Defesa Civil informou que não atendeu qualquer chamado relacionado a problemas ou estragos causados pelo temporal, pelos ventos ou pela chuva de granizo na região metropolitana. O órgão municipal também disse não ter registrado pedidos de atendimento.

O Meteorologista do Simepar Fernando Mendes disse que a área de Curitiba está dentro de um sistema de baixa pressão, que está agindo sobre a região Sul do país.

“Esse sistema está se movimentando para leste e acabou favorecendo a formação dessas tempestades, que contam com um grande potencial para o granizo”, explicou o meteorologista.

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De acordo com ele, esses pontos são localizados e em áreas pequenas. “Hoje, tivemos vários locais com a possibilidade de formação de granizo. Nas áreas urbanas, é possível ter um impacto visual, mas, na região metropolitana, em locais mais rurais e afastados, pode ter ocorrido também”, ressalta.

Estragos

A prefeitura da capital informou que o vento chegou a picos de velocidade de 35 km/h e, apesar de um volume médio de chuvas próximo a 15 mm, os índices pluviométricos marcaram 25,8 mm, considerando a chuva que atingiu a capital também na madrugada desta quinta-feira (6).
Foram registrados incidentes ao longo do dia em diversos espaços com ofertas de serviço aos cidadãos, mas houve necessidade de interrupção de atendimentos. O mais grave deles foi no CMEI (Centro Municipal de Educação Infantil) Trindade, onde um alagamento levou ao remanejamento de 30 crianças para outras salas. Além disso, ocorreram problema na calha de uma UPA (Unidade de Pronto Atendimento), no Campo Comprido; e alagamentos menos graves outros CMEIs, na Casa de Passagem para Mulheres e LGBT, no Rebouças, e nas Unidades de Saúde Capanema e Ouvidor Pardinho.

 

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