A integração da base de dados entre Paraná, São Paulo e Brasília permitiu a identificação de uma pessoa suspeita da morte da menina Raquel Genofre. O caso ocorreu em 2008 e teve grande repercussão. O corpo foi encontrado em uma mala na rodoferroviária de Curitiba.
Detalhes da nova situação do caso serão fornecidos pelo secretário da Segurança Pública, coronel Rômulo Marinho Soares, e equipe nesta quinta-feira dia 19, às 17 horas, em entrevista coletiva.

O caso
Com apenas oito anos de idade, Rachel foi morta em circunstâncias desconhecidas na madrugada de quarta-feira, 5 de novembro de 2008. Seu corpo foi encontrado dentro de uma mala, na Rodoferroviária de Curitiba.
Encontrado seminu e com vestígios de violência sexual, o cadáver foi localizado às 2h30, por um indígena que circulava pelo local, onde também estariam alguns pertences da menina. Até hoje não se sabe como a mala foi parar na Rodoferroviária, já que as câmeras de segurança instaladas no ponto não estavam funcionando.
A suspeita é de que a menina tenha sido raptada enquanto seguia pelo trajeto que liga o colégio no qual estudava ao ponto de ônibus no qual aguardava, diariamente, o coletivo que a conduzia para casa.

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