A prefeitura de Foz de Iguaçu e a Câmara de Vereadores são alvos na manhã de hoje (15) de uma operação da Polícia Federal (PF). A ação tem por objetivo desarticular um grupo de pessoas envolvidas em desvio de recursos públicos.

Cerca de 150 policiais federais estão cumprindo 78 mandados judiciais, sendo 20 de prisão preventiva, oito de prisão temporária, 11 de condução coercitiva, quando a pessoa é levada para depor e depois é liberada, e 39 de busca e apreensão. Foram presos 13 dos 15 vereadores da cidade.

As buscas estão sendo feitas em residências e locais de trabalho dos investigados e em empresas supostamente ligadas ao grupo criminoso, nas cidades de Foz do Iguaçu, Curitiba, Cascavel, Maringá, Pato Branco, no Recife e em Brasília.

De acordo com a PF, só com algumas obras de pavimentação no município de Foz do Iguaçu foram constatados prejuízos de quase R$ 4,5 milhões. As ordens judiciais foram expedidas pela 3ª Vara da Justiça Federal de Foz do Iguaçu.

Do total de mandados, 20 são de prisão preventiva, 8 de prisão temporária, 11 de condução coercitiva, que é quando o investigado é levado para prestar depoimento, e 39 de busca e apreensão.

As ordens judiciais estão sendo cumpridas em residências e locais de trabalho dos investigados e em empresas supostamente ligadas ao grupo criminoso em Foz do Iguaçu, Curitiba, Cascavel, Maringá, e Pato Branco, no Paraná, e em Recife e em Brasília.

A prisão temporária tem prazo de cinco dias e pode ser prorrogada pelo mesmo período ou convertida em preventiva, que é quando o preso fica detido por tempo indeterminado.

A PF explicou que o nome da operação – Nipoti – é um substantivo comum de dois gêneros da língua italiana, que significa sobrinhos ou netos. E que a palavra nepotismo tem origem na palavra nepos, nepote, do latim, que se prende à ideia de descendência, parentesco, assumindo o sentido de favoritismo para com parentes.

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