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O Boletim Epidemiológico semanal da Secretaria de Estado da Saúde divulgou nesta terça-feira dia 19 o primeiro caso de chikungunya em Curitiba. A doença, que é transmitida pelo mosquito Aedes Aegypti, o mesmo transmissor da dnegue, já havia sido identificada em outros quatro municípios paranaenses: Araucária, Foz do Iguaçu, Maringá e Toledo. As medidas preventivas de combate à dengue também valem para a chikungunya.

O informe do governo do estado também registrou 205 novos casos confirmados de dengue no Paraná. O total de casos aumentou de 1.029 para 1.234 e as notificações passam de 10 mil em todo o Paraná. 898 casos são autóctones, o que significa que as pessoas foram infectadas nas cidades de residência.

“São números preocupantes e o Governo do Estado segue reforçando a orientação para que toda a população verifique e elimine os possíveis locais de formação de focos do mosquito transmissor da dengue: o Aedes Aegypti”, disse o secretário estadual da Saúde, Beto Preto.

Segundo ele, o mosquito se prolifera em locais que acumulam água parada; os focos estão nos quintais das residências, nos pratos de plantas, ralos, pneus, garrafas, lixeiras, lajes, sucatas e restos de materiais de construção, entre outros. “Estamos com uma campanha de conscientização nos veículos de comunicação e redes sociais de todo o Estado alertando sobre o perigo da dengue e destacando as medidas de combate”, afirmou.

Municípios
O município de Santa Isabel do Ivaí, em situação de epidemia, confirmou nesta semana 93 novos casos; e o de Inajá, 66. “A situação de epidemia é definida quando o município registra, proporcionalmente, 300 ou mais casos de dengue por 100 mil habitantes”, explica o técnico Ronaldo Trevisan, da Divisão de Vigilância Ambiental da Secretaria.

Também estão em epidemia: Nova Cantu, Quinta do Sol, Ângulo, Floraí, Uniflor.