Membros de um grupo suspeito de praticar caça de animais silvestres e comércio ilegal de armas de fogo são alvo de uma operação da Polícia Civil na manhã desta terça-feira (16), no Paraná e em mais dois estados.
De acordo com as autoridades, são mais de 150 policiais nas ruas para o cumprimento de 31 mandados de prisão e 32 de busca e apreensão. As investigações tiveram início em julho do ano passado, após uma denúncia anônima sobre comercialização de armas de fogo em um grupo de conversas em um aplicativo de mensagens.
“Além da venda de armamentos e munições, verificamos que o grupo era utilizado pelos membros para a divulgação e compartilhamento de fotos e vídeos de caça ilegal de animais silvestres”, explicou o delegado Guilherme Dias.
A partir das informações repassadas na denúncia, a Polícia Civil deu início às investigações e identificou as pessoas que integravam o canal, representando pelas prisões, que foram autorizadas pela Justiça.
A ação da Polícia Civil do Paraná (PCPR) conta com o apoio da Polícia Militar do Paraná (PMPR), da Polícia Científica do Paraná (PCI-PR), do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio) e do Instituto Água e Terra (IAT).
Os 31 mandados de prisão e os 32 de busca e apreensão estão sendo cumpridos nas cidades de Campo Largo, São José dos Pinhais, Lapa, Tijucas do Sul, Palmeira, Guaratuba, Ponta Grossa, São João do Triunfo, Imbituva, Fernandes Pinheiro, Guamiranga, União da Vitória, Mallet, Coronel Vivida e Itaipulândia; Rio dos Cedros, Brusque e Itajaí (SC); e Canarana (MT).
O objetivo da operação é interromper o comércio de armamentos e coibir a prática da caça de animais silvestres. O caso segue sendo investigado.
Por Redação em 15 de junho, 2026


