22.5 C
Araucária
sexta-feira, novembro 6, 2026

23 anos de prisão, “É prisão perpétua”, responde defesa de Dirceu à pena imposta por Moro

Posts da semana

Novo espaço do Cta Sae em Araucária amplia conforto e privacidade

A população de Araucária que depende dos serviços do Centro de Testagem e Aconselhamento e Serviço de Atendimento Especializado (CTA/SAE) passou a contar com um

Fazer Pós-Graduação em Biodiversidade e Evolução (dataprev)

Guia completo para ingressar na pós-graduação em biodiversidade e evolução O Programa de Pós-Graduação em Biodiversidade e Evolução (PPGBE) consolidou-se como

Athletico demonstra interesse em artilheiro do Vitória para a próxima temporada

O Athletico intensificou a sua movimentação no mercado da bola com foco no planejamento do elenco para o próximo ano. Nos bastidores, a diretoria rubro-negra de

O advogado Roberto Podval disse nesta quarta-feira (18) que ‘é prisão perpétua’ a pena imposta pelo juiz federal Sérgio Moro ao ex-ministro-chefe da Casa Civil (Governo Lula) José Dirceu de 23 anos e 3 meses de prisão por corrupção passiva, lavagem de dinheiro e organização criminosa na Operação Lava Jato. “Tem caráter de prisão perpétua”, reagiu Podval.

Para o criminalista, a pena, a mais alta da Lava Jato, foi aplicada ao “símbolo José Dirceu, ao que ele representa”. Roberto Podval considerou “desproporcional” a sanção decretada por Moro.

“Ele (Dirceu) tem 70 anos de idade. Nós vamos tentar sensibilizar o Tribunal Regional Federal da 4 Região”, disse Podval se referindo ao recurso que irá apresentar. “A condenação foi ao símbolo do José Dirceu, ao que ele significa e não aos fatos a ele atribuídos.”

Dirceu foi presidente do PT e uma das pessoas mais influentes do primeiro governo do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, tendo sido chefe da Casa Civil de 2003 a 2005.

A sentença de primeira instância foi ditada pelo juiz Sérgio Moro, em Curitiba, que considerou Dirceu culpado das acusações de corrupção passiva, peculato e lavagem de dinheiro. Cabe recurso da decisão.

“O mais perturbador, porém, em relação a José Dirceu de Oliveira e Silva consiste no fato de que recebeu propina inclusive enquanto estava sendo julgada pelo Plenário do Supremo Tribunal Federal a Ação Penal 470, havendo registro de recebimentos pelo menos até 13/11/2013”, afirmou Moro na sentença.

Economia