Duas mulheres foram deportadas de Cuba e presas ao retornarem aos Estados Unidos sob a acusação de sequestro parental internacional envolvendo uma criança de 10 anos. O caso ganhou repercussão após as autoridades apontarem que a viagem tinha como objetivo submeter a menor a um procedimento de transição de gênero fora do país.
De acordo com informações divulgadas pelo Departamento de Justiça norte-americano, a criança — registrada ao nascer como do sexo masculino, mas que se identifica como menina — foi levada pela mãe, Rose Inessa-Ethington, e pela companheira dela, Blue Inessa-Ethington, sem autorização legal.
O plano inicial informado às autoridades previa uma viagem ao Canadá no fim de março de 2026. No entanto, o trajeto foi alterado sem comunicação, e o grupo seguiu rumo ao sul dos Estados Unidos, atravessando a fronteira com o México. Dias depois, em 1º de abril, elas chegaram a Havana, em Cuba.
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As investigações conduzidas pelo FBI indicaram que a finalidade da viagem seria realizar uma cirurgia de transição de gênero na criança antes do início da puberdade — procedimento que não teria autorização legal nos Estados Unidos nas circunstâncias do caso.
Após serem localizadas em território cubano, as duas mulheres foram deportadas e detidas pelas autoridades norte-americanas. A criança foi resgatada antes de qualquer intervenção médica e retornou ao país.
Segundo os registros judiciais, a menor foi entregue à mãe biológica, que passou a deter a guarda exclusiva após decisão recente. O caso segue sob análise das autoridades, que investigam possíveis desdobramentos legais.
Por Redação em 25 de abril de 2026



