Pais e responsáveis por alunos do Colégio Estadual Cleide Leni Kurzawa, localizado no bairro Thomaz Coelho, demonstram preocupação com a segurança na entrada da instituição. A escola funciona em um espaço compartilhado com o Instituto Federal do Paraná (IFPR) e, segundo relatos da comunidade escolar, o portão principal permanece sem controle de acesso durante grande parte do dia.
De acordo com os pais, a ausência de um profissional na portaria permite a circulação livre de pessoas no interior do prédio, o que tem gerado insegurança entre as famílias. Eles afirmam que o espaço é amplo e o fluxo constante de pessoas dificulta o monitoramento da entrada e saída de visitantes.
Uma mãe de estudante relatou que a direção da escola já teria buscado apoio junto à Prefeitura de Araucária e ao Núcleo Regional de Educação (NRE), solicitando a disponibilização de um porteiro para controlar o acesso ao local. No entanto, segundo ela, até o momento nenhuma solução definitiva havia sido apresentada. “Queremos apenas que nossos filhos possam frequentar a escola com mais segurança”, afirma.
Procurada pela reportagem, a direção do colégio informou que prefere não se posicionar oficialmente sobre o assunto neste momento, alegando aguardar autorização da Secretaria de Estado da Educação do Paraná (Seed) para prestar esclarecimentos.
Em nota, o Núcleo Regional de Educação da Área Metropolitana Sul confirmou que a solicitação por reforço na portaria já foi encaminhada aos setores responsáveis e segue em análise administrativa. O órgão destacou ainda que mantém diálogo com a direção da unidade e demais instituições envolvidas para buscar alternativas que garantam maior segurança e organização no acesso à escola.
O Instituto Federal do Paraná também informou que acompanha a situação e que está em contato com a Prefeitura de Araucária para tratar das demandas relacionadas ao funcionamento da estrutura compartilhada, enquanto o campus aguarda autorização definitiva de funcionamento.
Já a Prefeitura de Araucária explicou que, anteriormente, prestava apoio ao local devido à presença de serviços vinculados à administração municipal. Contudo, atualmente não há mais atividades municipais funcionando na estrutura.
Mesmo assim, o município informou, por meio da Secretaria Municipal de Educação, que decidiu atender temporariamente a demanda da comunidade escolar. Segundo a prefeitura, um profissional será disponibilizado para atuar na entrada da unidade, auxiliando no controle de acesso e reforçando a segurança no local até que uma solução definitiva seja definida.
Por Redação em 10 de maio, 2026


